DNA de Panda, Coração Brasileiro Embora o nome seja conhecido, o carro é uma revolução. O Novo Argo abandona a base MP1 atual para adotar a plataforma CMP (Smart Car), a mesma do Citroën C3, mas com um refino técnico superior. O visual é o grande divisor de águas: linhas retas, caixas de roda robustas e faróis com assinatura em LED Pixelado, remetendo diretamente ao design industrial do Panda original dos anos 80 (e do nosso saudoso Uno quadrado).
O Primeiro Híbrido Flex Popular? Para os fãs de mecânica da BDAuto, a cereja do bolo está no cofre do motor. O Novo Argo deve estrear o sistema Bio-Hybrid de entrada da Stellantis.
Versões de Acesso: Manterão o valente 1.0 Firefly aspirado, focado em custo-benefício.
Versões de Topo: Receberão o motor Turbo 200 (1.0 Turbo) acoplado a um sistema híbrido leve (MHEV) de 12V ou 48V, substituindo o alternador e motor de arranque por um gerador elétrico que auxilia no torque em baixas rotações e reduz o consumo urbano.
Por que não "Novo Uno"? A decisão de manter o nome Argo gerou polêmica nas redes sociais, mas a Fiat justifica com o posicionamento de mercado. O Argo hoje é um produto consolidado e de ticket médio superior ao que o Uno representava. Batizá-lo de Uno poderia "rebaixar" a percepção de valor do carro, que chegará para brigar com as versões mais caras de Polo e Onix, com preços estimados entre R$ 90 mil e R$ 130 mil.
Galeria de Fotos